Choro e educação em debate com Jorge Cardoso



Bandolinista radicado em Fortaleza/CE participa de roda de conversa antes de sua participação no projeto RicoChoro ComVida na Praça

 

Com formação em bandolim na Itália e radicado em Fortaleza/CE, Jorge Cardoso é o convidado do próximo sarau do projeto RicoChoro ComVida na Praça, que acontece sábado (23), na Praça Nauro Machado (Praia Grande), às 19h, e marca o encerramento das atividades do projeto em 2017 – haverá ainda duas edições em janeiro de 2018. O sarau terá ainda, como atrações, o DJ Marcão (Vinil Social Clube) e o Núcleo de Choro do Maranhão, além das participações especiais de Wendell de la Salles (bandolim) e do Regional Maranhense, formado por Paulo Trabulsi (cavaquinho), Francisco Solano (violão sete cordas) e Nonatinho (percussão). O sarau é gratuito e aberto ao público. RicoChoro ComVida na Praça é uma produção de Eurica Produções e RicoChoro Produções, com patrocínio de TVN, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Maranhão.

 

Na sexta-feira (22) que antecede a apresentação em praça pública, o bandolinista Jorge Cardoso comandará uma roda de conversa, tendo como tema “O Choro como potencial na educação (musical) brasileira”. A exemplo do sarau, a roda de conversa também é gratuita e aberta ao público interessado em geral, e acontecerá às 16h, no auditório da Escola de Música do Estado do Maranhão Lilah Lisboa de Araújo (Emem, Rua da Estrela, Praia Grande).

 

O tema da palestra foi o tema da pesquisa do doutorado em Educação (UECE) de Jorge Cardoso. “O Choro tem muitas peculiaridades que se misturam na cultura brasileira. Em um país de tanta diversidade e riqueza, muitas vezes os meios de comunicação restringem essa diversidade. Dentro do universo do Choro há um conjunto de danças, de gêneros musicais, estilos e sotaques. A forma de tocar choro no Rio de Janeiro é uma, no Nordeste é outra”, destaca o bandolinista, cuja formação no instrumento se deu na Itália entre 2004 e 2008.

 

Durante a roda de conversa ele abordará também sua percepção do Choro no Maranhão. “Eu morei no Maranhão entre 1997 e 1998, me sinto um maranhense de certa forma”, lembra.

 

Jorge Cardoso é hoje membro do Instituto Jacob do Bandolim, instituição dedicada à preservação da memória do maior nome do instrumento no Brasil. Ele conta como se deu sua entrada e adianta os preparativos para as comemorações do centenário do autor de “Vibrações”. “Ano passado eu fui o pesquisador que conseguiu localizar o único vídeo de Jacob do Bandolim tocando. Essa descoberta foi uma surpresa maravilhosa, graças a isso eu passei a fazer parte do Instituto Jacob do Bandolim. Estamos trabalhando arduamente para poder comemorar seu centenário, em fevereiro. Em breve teremos uma belíssima comemoração, provavelmente na Casa do Choro no Rio de Janeiro, com a presença de vários bandolinistas importantes”, anuncia. No site jacob100.com.br, vinculado ao site do Instituto Jacob do Bandolim é possível obter outras informações.

 

Serviço

 

O quê: Roda de conversa: O Choro como potencial na educação (musical) brasileira

Quem: o bandolinista Jorge Cardoso

Quando: sexta-feira (22), às 16h

Onde: auditório da Escola de Música do Estado do Maranhão Lilah Lisboa de Araújo (Emem)

Quanto: grátis

Informaçõesfacebook.com/ricochorocomvida


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